
Conheça São Sebastião, a cidade mais antiga do litoral norte de São Paulo.
Desde os tempos das capitanias
Primórdios desta imensa nação
Sob a história, que é tão longínqua
Desbravaram e povoaram este chão
Azulado por um lago natural
E pela verde selva em comunhão
Com areias mornas de um jardim tropical
Tudo isso é nosso São Sebastião

História de São Sebastião
A cidade de São Sebastião foi descoberta em uma expedição de Américo Vespúcio em 1502 e recebeu esse nome em homenagem ao santo do dia. Conquistou sua emancipação político-administrativa em 1636.
Seu povoamento se formou por consequência da ocupação de terras por sesmeiros portugueses vindos da Vila de Santos. Antes da colonização portuguesa, a região era ocupada por índios Tupinambás ao norte e Tupiniquins ao sul, sendo a Serra de Boiçucanga uma divisa natural das terras. Os escravos africanos também tiveram papel relevante no desenvolvimento de São Sebastião, já que em 1798 a cidade já contava com mais de 2300 escravos.
O Centro Histórico de São Sebastião possui sete quarteirões e oito edifícios tombados pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico e Turístico do Estado).
Sua história caminha junto com a história do Brasil: São Sebastião foi colonizada por portugueses, que aqui desenvolveram a agricultura e a pesca. É a cidade mais antiga do Litoral Norte e um dos 15 municípios paulistas considerados estâncias balneárias pelo Estado de São Paulo.
O Centro Histórico de São Sebastião é uma verdadeira exposição arquitetônica com diversas edificações do Sec. XVII. A sensação que se tem ao andar pelas ruas é a de retornar no tempo.
A tradição caiçara é uma das preciosidades preservadas na cidade, com seus ranchos de pescadores, manifestações culturais, culinária, lendas e mitos.
O respeito pelas origens também se estende à comunidade indígena Guarani Ribeirão Silveiras, localizada na praia de Boracéia, Costa Sul do Município, em que vivem cerca de 600 pessoas que mantêm a tradição viva através da dança, da música, do artesanato e da agricultura.
Pontos Turísticos na cidade de São Sebastião
Deixarei uma lista de lugares para você conhecer. A cidade de São Sebastião tem 53 praias.
Maresias: é a praia mais famosa de São Sebastião. Não fui lá, mas disseram que é uma das mais bonitas. Praia para surfistas. Também tem barzinhos na orla e a balada Sirena, pioneira em música eletrônica no Brasil.
Toque-Toque Grande

Toque-Toque Pequeno

Pitangueiras

São Francisco – metade da praia é imprópria para banho devido à atividade de pesca

Olaria

Arrastão

Cigarras

Figueira – imprópria para banho devido à atividade de pesca

Barequeçaba

Demais praias em São Sebastião, você pode olhar no mapa abaixo.

Cachoeiras: São Sebastião também tem cachoeiras. Uma delas fica perto da praia de Toque-Toque Grande. A cachoeira era cercada por pedras e as pessoas não conseguiam vê-la quando estavam na estrada. Depois da chuva de 600 milímetros que teve na cidade em fevereiro de 2023, a cachoeira pode ser vista da estrada já que a chuva destruiu tudo ao redor e derrubou árvores e pedras que estavam na frente.
Também tem o centro da cidade com todo o comércio. Tem a Rua da Praia com uma única balada que é o Espaço 012 (não fui, mas quem foi, gostou). A Rua da Praia tem muitos restaurantes e bares. Se você está procurando opções de lugares para comer, esta é a rua.
Museu do bairro de São Francisco: achei muito pequeno. Dá para visitá-lo em 5 minutos.


Centro Cultural com vários cursos gratuitos.
Temporada de baleias: precisa verificar o período de acordo com o ano. Vou deixar os contatos de umas empresas particulares que cuidam do passeio.
Lukas: 12 98100-4948
Gustavo: 12 97405-4066
Aluguel de barcos: deixarei o telefone caso tenha interesse. Reforçando que eu não aluguei barco, mas se você tem interesse, peguei esse telefone na parede de uma casa no bairro de São Francisco. Pesca, passeios e serviços: WhatsApp – 12 97406-2351.
Pesca: se você gosta de pescar, vi muitas pessoas fazendo isso na praia de São Francisco e na passarela no Pontal da Cruz, quase no final da Praia do Arrastão. Sempre tem gente pescando por ali.
Tem aquelas pessoas que aproveitam para conhecer outras cidades. Se você gosta de fazer isso, tem a opção de conhecer Ilha Bela. Lá em São Sebastião tem a travessia que é gratuita para pedestre. Para transportes, dependendo da época o valor é alto e, muitas vezes, é um valor para ir e outro para voltar. Se planeje para rachar com os amigos e familiares ou para ir de bicicleta ou a pé. De bike também não paga.
Outra cidade que você pode conhecer é Caraguatatuba e Bertioga. Se você for ficar muito tempo na cidade de São Sebastião, pode pegar um final de semana para conhecer Angra dos Reis ou Ubatuba. De São Sebastião para Ubatuba dá umas duas horas de viagem e para Angra dos Reis de 3 a 4 horas.
Minha experiência na cidade de São Sebastião
Cheguei em São Sebastião sem muita intenção. Não era uma cidade que estava na minha lista de lugares para conhecer. Quando cheguei à casa que ficaria, que era um Airbnb, me encantei pelo lugar e identifiquei diversas possibilidades de me desenvolver. A casa tinha piscina, poderia aprender a nadar; estava em processo de organização, poderia organizar tudo ali já que gosto muito de organização, tinha tintas e eu poderia pintar, tinha objetos a serem reformados, poderia restaurá-los ou usá-los para outros fins com o reaproveitamento. Simplesmente vi várias possibilidades e decidi ficar por tempo indeterminado. Fiquei 2 meses.
Não podia ficar mais porque precisava seguir minhas viagens e estava fugindo do frio do sudeste. Queria realizar o meu sonho de passar o inverno em um lugar quente. O inverno seria dali há um mês e eu precisava correr antes que o frio me pegasse.
Ficar no Imagina Praia foi um dos melhores voluntariados que fiz, isso falando de boa casa, tinha três refeições, boa vizinhança já que parecia que nem vizinho eu tinha. Dificilmente os escutava e, antes de anoitecer, todo mundo desaparecia. O silêncio foi uma das primeiras coisas que reparei ao anoitecer. Nunca estive em um lugar tão silencioso. Depois eu reparei em outra coisa também muito importante que era a segurança.
Na primeira semana fiquei atenta, porque sou de São Paulo, uma megalópole violenta. Em São Paulo não conseguimos nem olhar a hora no celular que, dependendo do lugar, alguém roubará. Às vezes rouba sem a pessoa estar com nada na mão, mas geralmente os que chamam mais atenção são aquelas pessoas que ficam com o celular na rua como se estivessem dentro de suas casas.
Na cidade de São Sebastião se pode olhar o celular e esquecer da vida. Pelo menos no bairro de São Francisco da Praia. Não posso falar da cidade inteira porque talvez tenha algum bairro menos seguro, mas violência como em São Paulo não tem.
Outra coisa são os preços. Me baseio sempre em São Paulo quando estou nos lugares. Para encontrar preços baixos em Sampa, precisa pechinchar muito. A cidade é um absurdo de cara. E quando fui ao mercado em São Sebastião, já reparei que, independente da promoção, os preços de lá são muito bons. Os alimentos são baratos. Somente não encontramos uma boa feira para comprar legumes e verduras, mas fazíamos isso nos dias de feira nos supermercados próximos, como o Semar. Um outro supermercado barato de lá é o Shibata.
Também usei o posto de saúde do Morro do Abrigo. Fui muito bem atendida, o atendimento não é tão rápido, mas é menos demorado que em cidade grande. Fiz até exame lá, só não vi o resultado porque o laboratório disse que não tinha amostra. Pode isso? Mas a pessoa responsável pelo exame resolveu e encontraram o resultado. Mas eu não vi porque já tinha ido embora da cidade.
Usei o serviço de pedicure. Muito barato. Paguei 25,00 para fazer as unhas dos pés e a profissional trabalha muito bem. Vou deixar o telefone dela aqui caso você queira fazer as unhas enquanto estiver por lá.
Quanto às praias eu vou dizer uma coisa: não achei tão bonitas e não vi nada demais nelas. As praias tem a faixa de areia muito curta, são pequenas e o mar não é tão limpo. Gosto de praia que anda, anda e parece que não tem fim, com faixa de areia longa e mar limpo. Mas o mar das praias que eu fui era calmo. Estive na praia de São Francisco que é super suja devido à atividade de pesca que prejudica muito o meio ambiente. É perceptível como isso é ruim para a natureza. Metade da praia é imprópria, mas é um bairro que vive da pesca, inclusive é o primeiro bairro da cidade de São Sebastião.

Outra praia que conheci foi Olaria que eu gostei, já é menos suja e tem a praia do Arrastão que é a praia que mais gosto. Conheci uma praia que a faixa de areia é grande, se chama Barequeçaba, lá tem uns quiosques para vender coisas. Outra coisa que achei estranho foi não ter nada para vender nas praias. Em São Francisco tem um trailer que só abre à noite, Olaria não tem nada para vender, Arrastão tem uns quiosques mais aos finais de semana e tem um lugar para comer na avenida. E só.

O pessoal dessa parte da cidade não gosta muito de comércio. Inclusive, em São Francisco não tem papelaria, mercado grande, açougue nem farmácia. E não tem lojas de roupas. Só tem uma padaria pequena, casa de ração, adega e uma ou outra oficina mecânica. Só isso, gente. Não tem nada lá. Quando as pessoas querem as coisas, precisam ir até o centro comprar. Se não tem carro, fica difícil viver lá. Ou carro ou bicicleta porque lá tem ciclovia que vai até o centro e muitas pessoas de lá andam de bicicleta.
Outra praia que conheci foi a famosa Toque Toque Grande. Não gostei. Ela era muito pequena, não tinha nada para vender e o mar estava insuportável de violento. Fomos então para Toque Toque Pequeno. Lá é maior, o mar estava violento, mas tem restaurantes.
Conheci a praia das Cigarras que achei suja, então não fiquei muito. E a praia das Pitangueiras que é um ovo de praia, tem um quiosque vendendo as guloseimas de toda praia e só. Anda a praia toda em 3 minutos.
Não fiquei nestas praias que vou falar agora, mas passei em frente delas: praia preta que é minúscula e o Balneário dos Trabalhadores (Praia Grande) que tem duchas, banheiros e lugar pra comer. É uma praia muito visitada por mineiros porque lá tem lugar para os ônibus pararem e uma excelente estrutura.
De modo geral, as praias são distantes umas das outras. Se você se hospedar no bairro de São Francisco, independente de maré baixa ou alta, não dá para ir andando de uma praia para outra. As únicas mais próximas entre si são São Francisco, Olaria e Arrastão que dá para caminhar de uma para outra se a maré estiver baixa. Demais praias, independente da maré você terá que ir para a estrada de bicicleta, carro ou ônibus.
Os acessos são bem difíceis e a estrada não é segura para pedestre ou ciclista. Digo insegura porque não tem calçada e corre-se o risco de ser atropelado se não tomar cuidado. A estrada foi feita somente para carros passarem, não foi pensada para pedestre. Eu fui andando de São Francisco para a praia das Cigarras. Além de longe, fiquei com medo de ser atropelada porque não tinha segurança. Os caminhões passavam bem perto de mim. Depois daquele dia, nunca mais saí andando de uma praia para outra. E se andando eu não tive coragem, imagine de bicicleta. Seria atropelada, sem dúvida. Nem arrisquei. Bicicleta, só na ciclovia.
Um ponto ruim da cidade é que tem muito pernilongo. Nunca vi uma coisa daquela. É absurdo. Tem pernilongo, borrachudo (mas estes têm mais em Ilha Bela) e um outro mosquitinho bem pequeno e invisível que fica picando, a gente olha e não tem nada, mas ele está lá arrebentando em picar!
Nos primeiros dias devo ter tido umas 100 picadas só na perna. O negócio estava tão insuportável, mesmo passando repelente, que eu tive que começar a usar calça para eles não destruírem mais ainda as minhas pernas. Eu não acho isso normal. Isso estraga a experiência. Eu só sei que nem repelente dá conta, nem ventilador nos quartos, não tem jeito a não ser usando roupa de frio para diminuir as picadas.
É horrível e a pele fica muito feia e manchada. O pessoal de lá está acostumado e até brincam que esses bichinhos só gostam de carne nova, que a deles não é mais novidade, então não são tão picados assim. Eu sei que tem pessoas que atraem mais esses insetos, eu sou uma delas, mas daquele jeito ali é muito inacreditável.
Quanto às pessoas da cidade, elas são muito receptivas, educadas, gentis e proativas. Elas ajudam mesmo que você não peça, é muito automático elas ajudarem e se preocuparem com os outros. Exemplo, se vou a um estabelecimento e não tem o que procuro, eles me passam o telefone e endereço do lugar que tem o que quero, mesmo sem eu pedir. O pessoal daqui passa a informação certa, com muita alegria. Puxam conversa fácil e é muito gostoso estar em uma cidade cujo povo é bom.
Nem todos que vivem lá são de São Sebastião. Muitas pessoas são de São Paulo, mas tive a honra de conhecer alguns nativos. Independente se são ou não nativos, todos são muito gentis. A cidade tem o poder de transformar as pessoas.
A Prefeitura podou árvores no bairro e foi buscar a poda. Não abandonaram lá. Eu também tive que descartar uns móveis que não usaríamos mais na casa e só liguei para o pessoal do meio ambiente e eles foram buscar na data que agendaram. Não tive que ficar muito tempo no telefone para ser atendida e todas as vezes que liguei na Prefeitura e nas secretarias, fui atendida com prontidão e nem precisei ser transferida. Cidade pequena é outra vida mesmo!
Até aula de desenho eu inventei de fazer, mas desisti depois de 2 aulas porque estava muito ocupada na casa e nas minhas coisas pessoais. Não pude continuar, mas lá no Centro Cultural tem várias aulas gratuitas, inclusive de dança, canto e instrumentos.
Também tem umas histórias bem interessantes que ouvi enquanto estive lá. Vou contar duas delas.
A bisneta do Joaquim Puertas e a história de amor de uma brasileira e um francês
A cidade de São Sebastião tem um povo que gosta de contar histórias. E também tem coincidências.
Caminhando pela praia do Arrastão, encontrei um trio com uma criança.
Parei para perguntar as horas e fiquei lá mesmo conversando. Uma das mulheres me perguntou onde eu morava e eu falei o nome da rua, que é uma rua famosa aqui, muita gente mora nela, sempre encontro alguém que me diz: “Ah! Eu também moro lá!” Só que ninguém vê ninguém porque é um sossego de rua.
Daí ela me contou que era a bisneta do cara que dá nome à rua. E já me contou a história dele e da rua. Muito legal. Quem diria que eu conheceria a bisneta do fulano de tal?
Tinha um senhor no trio. Ele nasceu em Piauí, mas foi novo para o interior de São Paulo, morou lá anos como concursado, não lembro fazendo o quê, mas era na polícia, acho que era escrivão. Comprou uma casa em São Sebastião e mora lá há 8 anos. É aposentado. Ele contou que encontrou com um francês que tinha vindo conhecer a cidade e não queria ir embora. Havia decidido ficar porque dizia que São Sebastião era o paraíso. Então, o francês precisava aprender português.
A filha desse senhor era tradutora de francês, mas nunca tinha conseguido emprego na área. Ele apresentou a filha e ela ficou sendo a professora do francês. Tempos depois, a filha começou a namorar o francês.
A mãe do francês morreu e ele foi obrigado a voltar para a França. No fim da história, a filha dele se casou, na França, com o ex-aluno atual marido.
Só São Sebastião mesmo para unir as pessoas assim!
A história do santo que pecou
Uma professora do Centro Cultural do bairro de São Francisco me contou a história do Santo que pecou. Ela me disse que prenderam uma imagem de santo por anos. Uma imagem gente! Uma imagem!
A história foi a seguinte: tinha um homem na cidade que fazia muita zoeira e era muito valentão. Ninguém tinha coragem de falar nada pra ele porque o cabra era muito macho!
O dito-cujo apareceu morto na escadaria da igreja e ficou a dúvida de quem o havia matado. Alguém, não sei quem, comentou que somente São Sebastião poderia ter feito isso porque ninguém tinha coragem de enfrentar o cabra.
Sei lá quem, afirmou ter visto alguém correndo depois de matar o valentão. A pessoa que estava correndo se parecia muito com São Sebastião. Não deu outra: a polícia entrou na igreja, retirou a imagem do altar e a levou presa.
São Sebastião somente saia da cadeia na festa dele mesmo que acontece todo dia 20 de janeiro. Ele saia para acompanhar a procissão e era acompanhado de um soldado para não fugir e assim, poder voltar para a prisão.
Ela me disse que a história não é lenda, que é real e que tem informações nos arquivos da cidade. Os arquivos ficam no centro de São Sebastião.
Sei não. Parece lenda. O que vocês acham?
Como chegar em São Sebastião
Saindo de São Paulo, a forma mais barata de chegar em São Sebastião é pela Buser. Também é possível pela rodoviária Tietê, mas a passagem é mais cara. Outra forma barata é pelo aplicativo Bla Bla Car.
Onde ficar em São Sebastião
Obviamente que irei indicar a casa que fiquei em São Francisco da Praia: o Imagina Praia. Para quem não conhece, o Roberto, responsável pelo local, tem um hostel na Bela Cintra, travessa da Av. Paulista que se chama Imagina Hostel. Se você estiver procurando hostel em São Paulo, aproveita para ficar hospedado lá porque, além de ser bonito, o pessoal é muito bonito e legal e está muito bem localizado, podendo ir para o metrô à pé e para vários pontos turísticos, baladas e restaurantes, também à pé.
O Imagina Praia tem uma casa com 3 quartos, sendo um deles uma suíte com banheira. A casa tem uma cozinha linda, sala com sofá super confortável, piscina para você aproveitar melhor o espaço, um jardim bem cuidado e uma churrasqueira caso você seja do grupo dos carnívoros. Tem garagem para o seu carro, internet, café e pão gratuitos. Dá para ir caminhando para a praia de São Francisco. Eu ia andando até a praia do Arrastão, mas nem todos vão andando. Tem ciclovia na avenida e bicicletas na casa, bastando verificar se é possível alugá-las.
Quanto tempo ficar em São Sebastião
Se você sair para turistar, diariamente, duas semanas é mais do que o suficiente para conhecer as 53 praias, centro e demais atrações. Eu fiquei 2 meses, mas como disse antes, não saí todos os dias porque eu vivia como moradora do local e, dificilmente, se encontra um morador que tem tempo para conhecer a cidade de cabo à rabo. Também não tinha tempo para turistar todos os dias e as praias são distantes umas das outras, o que dificultou muito os meus passeios sozinha, mas se você tiver carro, não terá problemas em explorar toda a cidade.
Conheça mais sobre São Sebastião
Conheça a história do símbolo turístico de São Sebastião: o peixinho. https://www.saosebastiao.sp.gov.br/simbolo.asp

Saiba mais sobre como funcionam as marés
Quando estiver em qualquer praia brasileira, visite o site https://tabuademares.com/br para obter informações sobre o nível do mar e evitar transtornos em seus passeios pelas praias.
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