
Inaugurado em 25 de janeiro de 2018, o Farol Santander é um prédio com 35 andares que conta com várias exposições, lanchonete, bares, restaurante e o mirante do Farol Santander no 26º andar para apreciar a vista do centro de São Paulo.
A pedra fundamental para a construção do Farol Santander foi lançada em 27 de junho de 1939. A construção do prédio durou até 1947. Grande parte do material usado era importado da Europa. Quando foi inaugurado, era considerado o prédio mais alto da cidade de São Paulo. Manteve o título até 1965, com o surgimento do edifício Itália. 
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O edifício sede do Banco do Estado de São Paulo, que seria conhecido como Banespa, recebeu, em 1976, o nome de edifício Altino Arantes e agora é o Farol Santander. Ele atravessou mais de 70 anos com um grande feito: tornou-se um dos maiores símbolos da cidade de São Paulo. 
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Referência visual, turística e cultural, o Farol Santander marcou não apenas a paisagem paulistana como foi usado em mercadorias, peças promocionais, cartões postais, documentos e obras de arte, tornando-se o maior ícone da cidade.
A história do Farol Santander
Desde quando foi inaugurado, em 1947, até o início dos anos 2000, o gigantesco hall do Farol Santander abrigou uma agência bancária, principal local de relacionamento com os clientes, onde se encontrava uma grande quantidade de caixas para atendimento. Muitos funcionários que trabalhavam no edifício davam suporte à agência, datilografando contratos e calculando empréstimos, entre outras atividades de apoio.
Entrar nas dependências deste edifício sempre foi surpreendente, as portas de bronze que dão acesso ao hall principal, que possui 16 metros de altura, têm inspirações na arquitetura italiana do entreguerras.
Também podem ser vistos granitos nacionais e alguns tipos de mármores mais acessíveis, como o gandarela, o preto e o ônix. Ornamentos em bronze também fazem parte do ambiente, as gigantescas colunas de sustentação reforçam a sensação de grandiosidade.
Antes de serem atendidos por um gerente ou escriturário, os correntistas tinham de esperar ali, diante de um atendente que organizava os chamados e direcionava os clientes.
O arquiteto que desenvolveu o primeiro projeto do arranha-céu que abrigaria a sede do Banco do Estado de São Paulo, foi Plínio Botelho do Amaral.
Mas, durante a construção, ele acabou sendo afastado por conta de problemas na fundação. Quem assumiu o comando foi a construtora Camargo e Mesquita, que já trabalhava nas obras de estrutura e alvenaria e que trouxe mudanças ao projeto, como a inclusão do grande Farol no alto do prédio.
São Paulo crescia vertiginosamente na passagem do século XIX para o século XX. A riqueza do café e a chegada de imigrantes de várias partes do mundo impulsionavam a nova metrópole. Foi nesse contexto que, em meados dos anos 1930, os primeiros arranha-céus começaram a surgir na paisagem.
As grandes metrópoles nos EUA começaram no século XX trazendo uma nova ideia de modernidade urbana vertical. Inspirados nos edifícios de Nova York e Chicago, grandes arranha-céus também passaram a ser construídos nas maiores cidades da América do Sul.
Sobre o Farol do Farol Santander

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O Farol que está no alto do edifício surgiu na versão final do projeto, realizado pela construtora Camargo e Mesquita, a proposta da inclusão veio do então prefeito da cidade, Prestes Maia, que queria ressaltar o perfil vertical do prédio, que ficou ainda mais semelhante ao Empire State Building, de Nova York.
A bandeira de São Paulo no topo
A bandeira que fica no topo do Farol Santander também se tornou uma referência da cidade. Seu tamanho é de 5m50 por 7m72 e costuma ser trocada para manutenção a cada dois ou três meses, dependendo dos ventos.
Durante as décadas de 1970 e 1980, a bandeira hasteada no alto do prédio era a brasileira. Apenas anos mais tarde, a do Estado de São Paulo passou a tremular no mastro que coroa o Farol.
As memórias do banco Santander
Nos 2º, 3º e 5º andares do Farol Santander você encontrará ambientes que mostram o banco como ele era no século XX.
Mesmo com o passar do tempo e as inúmeras intervenções que foram feitas por conta de avanços da modernidade (como cabeamento telefônico e elétrico), todos os revestimentos em madeira e móveis estão preservados até hoje.
Nestas salas, é possível encontrar os ornamentos, mobiliários e madeiras desenvolvidos pelo Liceu de Artes e Ofícios na época da inauguração do edifício.
Outro ponto curioso pode ser verificado na construção do prédio no eixo da Avenida São João. Da janela central da sala de reuniões, se tem uma vista privilegiada que acompanha a emblemática avenida até o seu fim. Nada melhor para comprovar que a cidade e este edifício se complementam mutuamente. 
Hall dos presidentes
Ao longo dos 70 anos de história do Farol Santander, várias pessoas ocuparam o cargo de presidência do banco. Aqui nesta sala, uma galeria traz 50 quadros desses presidentes, retratados em óleo sobre tela.

Sala de reunião
Na sala de reunião, diretores do banco se reuniam para inúmeros e extensos encontros onde se debatiam pautas do dia a dia, definindo o rumo da instituição. Grande parte das decisões que resultaram dessas conversas era documentada em atas.
Em milhares de páginas, é possível encontrar registros como a abertura de contas correntes para empresas como aerovias e estradas de ferro, a autorização de financiamento para companhias cinematográficas, o patrocínio realizado pelo banco para a realização da I Bienal de Artes de São Paulo e informações sobre a base de financiamento do ano agrícola de 1957.
A diretoria e o conselho administrativo do banco ficavam acomodados no 5º andar do prédio. As reuniões eram realizadas em salas com móveis e revestimentos de madeira produzidos pelo Liceu de Artes e Ofícios, que também forneceu a decoração e elementos arquitetônicos da Catedral da Sé, do Palácio da Justiça, do Teatro Municipal, do MASP e de muitos outros edifícios marcantes de São Paulo e do Brasil.
Vale conferir nesta sala alguns detalhes como a delicada roseta entalhada, que se repete nos lambris, em alguns móveis, em mesas e cadeiras distribuídos pelos ambientes deste andar.
Abaixo das mesas estão duas tapeçarias produzidas pela extinta Manufatura de Tapetes Santa Helena, conhecida pela qualidade artística de seus produtos. Os lustres de cristal tcheco, feitos na década de 1950, acrescentam elegância à sala do conselho. 

O dia a dia da agência, para grande parte dos clientes, acontecia nas mesas dos escriturários e dos gerentes. Cidadãos recorriam aos bancos para cumprir diversas atividades relacionadas à sua economia pessoal (depósitos, empréstimos, saques e aluguel de cofres, desconto de cheques e de títulos mercantis).
A abertura e encerramento de contas também eram feitos em locais como estes. Quando chegavam em uma agência bancária, os correntistas eram recebidos por um atendente responsável por fazer uma triagem e distribuir senhas para os atendimentos, que podiam ser nas mesas dos escriturários ou com os gerentes, conforme a necessidade.
As exposições no Farol Santander
Exposição Sergi Cadenas “A imagem expandida”
A exposição de Sergi Cadenas no Farol Santander foi a primeira exposição do espanhol no Brasil. Cadenas produz dois retratos diferentes em uma única pintura. Suas peças, incríveis, mudam à medida que a pessoa caminha de um lado para o outro, revelando gradualmente, outros rostos.

Em uma peça, Marilyn Monroe se torna Albert Einstein, enquanto outra pintura mostra uma jovem envelhecendo para se tornar uma versão futura de si mesma. Cada retrato é uma obra de arte independente, mas, ao considerar o que vemos entre os dois extremos, uma terceira pintura também surge em transição. 

As obras de Cadenas usam faixas verticais rígidas para produzir suas transformações. O artista pinta uma pessoa diferente em cada lado das tiras, de modo que, quando se olha o trabalho de um ângulo, vê-se o assunto como encerrado.


No entanto, ao caminhar em direção ao centro, os sujeitos convergem e suas características físicas se fundem. Este efeito se dissipa quando aquele que observa se move para um dos lados da peça.
Sobre Sergi Cadenas
Sergi Cadenas nasceu em Girona na Catalunha, Espanha em 1972 e é artista autodidata. A sua família sempre esteve associada à arte desenvolvendo trabalhos de serralheria. Aos 16 anos, começou a trabalhar na oficina de seu pai, e cinco anos depois já a administrava. Seu desenvolvimento artístico sempre esteve ligado ao mundo artesão. Estudou design e ferragens artísticas no Gremi de Serralleres, em Barcelona, e mesmo sendo um pintor habilidoso, nunca estudou desenho, o que o faz autodidata.
Atualmente ele é responsável pela Ferros D’Art Cadenas, empresa familiar que é conhecida em Girona e existe há quase dois séculos. Desde que os seus antecessores se mudaram para lá, na primeira metade do século XIX, a fundição tem sido uma parte essencial da história cultural e arquitetônica da cidade. O bisavô de Sergi, Nonito, colaborou com o arquiteto Rafael Masó, e seu trabalho em ferro forjado pode ser visto em várias construções suas.
Exposição Vinicius de Moraes “Por toda a minha vida”
A exposição de Vinicius de Moraes no Farol Santander trouxe aspectos além da biografia do diplomata, poeta, dramaturgo, jornalista, compositor e cantor brasileiro.
Ambientada em dois andares, o visitante tinha a oportunidade de se aprofundar na produção poética, musical e no percurso por diferentes cidades, graças a documentos originais, manuscritos, livros, fotografias e obras de arte relacionadas ao rico e extraordinário universo de Vinicius de Moraes. Também tinha um espaço especial dedicado à sua obra infantil Arca de Noé. 


Depoimentos e registros artísticos e poéticos e personalidades que frequentavam o círculo de amigos de Vinicius, como Di Cavalcanti, Portinari, Santa Rosa, Scliar, Carlos Leão, Djanira, Oscar Niemeyer, Elifas Andreato, Augusto Rodrigues, entre outros, revelavam o legado de produção, as relações e os ensinamentos desse grande brasileiro.
Exposição Vista 360º por Vik Muniz
A partir de suas memórias de infância, Vik Muniz teve a ideia de criar uma instalação fotográfica que reconstruísse a vista da cidade de São Paulo em 360 graus. O desenho da paisagem foi criado com cerca de 4 toneladas de material reciclado, retirado do próprio edifício durante sua restauração.
Os materiais, curiosos e surpreendentes, como tijolos, pregos, capacetes, arames, pedaços de canos, entre outros, simulavam as imagens de todo o Farol Santander e seu entorno.
Por Vik Muniz
Enquanto a natureza geralmente nos inspira a descrevê-la usando generalizações amplas como céu, terra, mar ou montanha, descrevemos os espaços humanos principalmente por meio da exaltação de seus detalhes. Cidades são percebidas como um intenso fluxo de fragmentos, cuja densidade define o centro em relação aos arrabaldes.
Eu me lembro, ainda criança, da longa jornada da Zona Oeste ao Centro de São Paulo vista através da janela de um ônibus, quando tentava medir a distância da Sé, do Teatro Municipal e do Largo do Arouche por meio dessa profusão de detalhes.
Minha mãe trabalhava como telefonista na extinta CTB, na Rua Sete de Abril, e eu vinha buscá-la em dias de feriado para passear na Praça da República. Ao observar pela janela do coletivo, sabia que a minha viagem estava para terminar quando avistava o seu detalhe final: a ponta do prédio do Banco do Estado de São Paulo desde o Vale do Anhangabaú. Até os dias de hoje, na minha imaginação, nenhum outro marco serviria para descrever melhor o Centro.
A cidade é feita de pedaços de pedra, de terra, de vidro e de aço que a nossa consciência teimosa anima por meio da linguagem. A cidade é onde o homem mais se ilude em sua grandeza divina de dar nomes às coisas. Um imenso mosaico onde as partes estão constantemente tentando definir um mutável todo. ]
Sobre Vik Muniz
Vik Muniz é um artista plástico paulistano que vive e trabalha entre Nova York e o Rio de Janeiro. O trabalho de Vik Muniz está presente nas coleções dos grandes museus internacionais como Art Institute of Chicago, J. Paul Getty Museum, Metropolitan Museum of Art, Museum of Modern Art (New York), Museu de Arte Moderna de São Paulo, e Victoria and Albert Museum em Londres.
Além de sua atividade artística, o artista está envolvido em projetos sociais e educacionais no Brasil e nos Estados Unidos. Seu documentário Lixo Extraordinário foi indicado ao Oscar na categoria e ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Sundance. 
Em 2011, foi nomeado embaixador da boa vontade pela Unesco, e em janeiro de 2013 recebeu o Crystal Award do World Economic Forum. Em 2014, Vik Muniz iniciou a construção da Escola Vidigal, uma escola de arte e tecnologia para crianças da comunidade do Vidigal no Rio de Janeiro. Em 2015, foi convidado pela Gate’s Foundation para fazer parte do projeto global “A arte de Salvar Vidas” com a série Colonies. 
Vik Muniz tem sido também palestrante convidado em grandes universidades, museus e eventos como Oxford, Harvard, Yale, TED Talks, The World Economic Forum, The Museum of Modern Art (New Yoirk), Museum of Fine Arts em Boston, entre outros e programas de residência no MIT e na Skiwhegan School of Painting and Sculputure. Ele também atua como escritor e foi publicado pelas editoras Aperture e Ivorypress, entre outras.
Quanto tempo para conhecer todo o Farol Santander (minha experiência)
Fui em 12 andares do Farol Santander e, no final, conheci o Bar do Cofre. Eu demoro bastante dentro de lugares que têm muita coisa para ver. Não levei menos que 5 horas ali dentro. Foram muitos andares e muitas fotos que tirei para documentar tudo para este artigo e também para me recordar depois. 

Minha visita no Farol Santander começou de cima pra baixo. Primeiro eles indicam olhar o Mirante do Farol Santander que fica no 26º andar e depois fui descendo. A minha única decepção foi não ter conseguido tirar uma fotografia da parte externa do prédio.
Queria uma fotografia do farol. Para este post vou usar fotos do fotógrafo @dimasadalberto_ que acompanho no Instagram. Ele tem drone e consegue tirar ótimas fotos do Farol Santander. 
Tinha a exposição imersiva Oceanvs – Imersão em Azul. Eu não gostei porque me senti um pouco tonta. A parte final foi menos ruim, tirei umas fotos, sentei no chão e fiquei admirando um pouco, mas não curti esta exposição. Acho que não gosto de exposição imersiva. Algo muito novo pra mim. Prefiro as tradicionais mesmo. 


A exposição do Sergi Cadenas e do Vik Muniz foram rápidas. A mais demorada foi a exposição do Vinicius de Moraes. Gostei de todas elas. A do Sergi fiquei boquiaberta com o talento. O trabalho dele é incrível! Na exposição tinha um vídeo no qual ele contava um pouco de seu processo criativo.
É super trabalhoso criar o que ele cria porque não é qualquer tela. Tem toda uma preparação. Na verdade, a própria tela já é uma obra de arte, depois ele vem com a pintura. E ele costuma demorar para finalizar os trabalhos porque ele trabalha em mais de um projeto de uma vez. Tem que pintar primeiro um lado, depois o outro e ver como está ficando. Gente, muito trabalho e muito talento. As obras dele são sensacionais.
Fiquei muito impressionada, quase não saí de lá. Quanto ao trabalho do Vik Muniz também é demais. Se você olhar o quadro de longe, parece uma pintura, depois vê que foi tudo uma montagem com reutilização de materiais, mostrando alguns pontos turísticos da cidade de São Paulo. 

A exposição de Vinicius de Moraes tinha muita coisa para ver e me trouxe muitas recordações da época que eu escrevia. Tinham muitos originais dele porque naquela época não existia internet. Muita coisa foi feita à mão ou na máquina de escrever, bem a minha infância quando tudo parecia mais divertido do que é hoje.
Atualmente são tantas facilidades que a vida, às vezes, até perde um pouco do brilho. Não há tantas novidades, tudo é mais do mesmo. Enfim, aquela exposição só me trouxe boas lembranças. Ter contato com os arquivos dele, as letras das músicas, os livros, tudo me remeteu, de imediato, a algo que preciso retomar com urgência.
Foi muito gratificante estar no Farol Santander e mais gratificante ainda é saber que a cidade onde nasci me oferece tudo o que preciso, sem eu ter que sair dela.
Realmente sou privilegiada por ter nascido aqui e por ter tido a possibilidade de entrar no Farol Santander e apreciar tudo o que ele tinha para me oferecer. Foi um dos melhores passeios que fiz na vida, um passeio que me impressionou, que me sacudiu e que acordou coisas que estavam adormecidas em mim.
Quanto custa conhecer o Farol Santander
Paguei R$35,00 no site da Sympla porque comprei com antecedência. Tive receio de chegar lá e não ter como entrar por estar lotado. Mas muitas pessoas compraram na hora. Lá é tão grande que cabe muita gente. Fui em um sábado e achei que tinha que entrar somente no horário que estava no ingresso, mas não precisava, poderia ter entrado antes. Aproveitei que cheguei mais cedo e fui para a ladeira Porto Geral fazer umas comprinhas.
Quando se aproximou do horário do ingresso, fui para o Farol Santander. Somente lá descobri que não era engessado como eu imaginava. Se soubesse teria entrado antes, quase que não vejo tudo. Por pouco eu fico sem olhar o segundo andar. Fica a seu critério comprar antes ou depois. Eu gosto de me programar para não ter imprevistos.
Comer no Farol Santander
O que não falta lá são lugares para comer. Tem a Cozinha do 31, Boteco 28, Café do 26 e Bar do Cofre. O Bar do Cofre é super famoso por ser onde ficava o cofre do banco. Eu só queria tirar uma fotos, aí reservei, mas não me deixaram entrar somente para fotografar. Para isso, eu precisava consumir.
Como minha câmera não é boa para fotos noturnas, vou deixar aqui essa foto da página oficial do bar para você dar uma olhada no nível do lugar. O Bar do Cofre é um bar subterrâneo. Se quer fazer reserva no Bar do Cofre, acesse esse link.
Como chegar ao Farol Santander

@dimasadalberto_
De metrô a estação mais próxima é a São Bento, linha azul. Saindo do lado certo, já estará de frente pra rua João Brícola. Não sei como ir de carro porque este blog é para viagens econômicas e carro não é econômico. Só vou para os lugares de metrô ou a pé. 
@dimasadalberto_
Endereço do Farol Santander: Rua João Brícola, 24 – centro de São Paulo Mais informações sobre a visita, acesse.
Mais dicas!
Quando eu saí do Farol, estava há horas sem comer, então queria ir logo pra casa pra comer alguma coisa, porque não quis gastar dinheiro no Farol. Sou viajante e preciso economizar. Na verdade eu não costumo comprar nada nos passeios mesmo. Tomo um café bem reforçado e vou.
No caminho para o metrô, sem querer eu trombei com o Museu da Bolsa de Valores. Como a entrada era gratuita, entrei e lá foram mais algumas horas… e fiz duas visitas lá dentro porque vi tudo e depois que estava saindo, tinha um grupo entrando com um guia do local. Já encostei e comecei outra visita, mas a segunda tinha guia para explicar os espaços e objetos. Foi 10!
Então, se você quiser aproveitar o dia, pode visitar o Farol Santander (sem pressa, pode ver tudo com calma), comer alguma coisa e ainda visitar o Museu da Bolsa de Valores. No final, se quiser ir ao Theatro Municipal ver se tem alguma apresentação, também dá tempo. São Paulo é a cidade que cabe todo mundo dentro. Tem rolê pra todo mundo em todo lugar. Basta procurar. Valeu, até a próxima.
Importante: Apesar de não estarem em itálico, grande parte desse artigo foi retirada, diretamente, do material visto na minha visita: a parte da história do prédio, das exposições do Cadenas, do Muniz e do Vinicius e a visita aos andares de memórias do Santander. Como as informações deles são muito completas, reproduzi aqui porque gosto de disponibilizar textos informativos e históricos. Demais tópicos são da minha experiência no espaço.
Todas as fotografias da parte externa do Farol Santander são do fotógrafo @dimasadalberto_ procure ele no Instagram!
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